Quarta, 17 de Agosto de 2022
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5 formas para gerenciar o consumo de combustível

Aplicação da Telemática aos sistemas de gestão de frotas ajuda a driblar a alta dos preços

29/07/2022 às 09h25
Por: Redação Fonte: Geotab
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Foto: Reprodução/Internet
Foto: Reprodução/Internet

Com a escalada de preços dos combustíveis no Brasil e no mundo, estratégias para economizar e evitar o desperdício estão sempre na mente dos motoristas e gerentes de frota. Com o último reajuste anunciado pela Petrobras no dia 17 de junho, o preço médio de venda de gasolina para as distribuidoras passou de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro (alta de 5,18%); já para o diesel esse valor subiu de R$ 4,91 para R$ 5,61 por litro (alta de 14,26%).

 

“Acompanhar a flutuação do preço dos combustíveis é fundamental para qualquer pessoa que possua um automóvel, mas para os gestores de frotas, que têm esse custo multiplicado dezenas, centenas ou milhares de vezes, ter a visibilidade completa do que influencia nesse custo é ainda mais indispensável. Mais do que isso, saber quais ações em frente ao volante podem impactar no consumo pode ser um diferencial estratégico para a gestão de gastos”, comenta Eduardo Canicoba, vice-presidente da Geotab no Brasil.

 

Com a ajuda da telemática - tecnologia que oferece insights que vão muito além das medições proporcionadas pelo GPS e pela telemetria – é possível melhorar o consumo de combustível dos veículos. Veja como:

  • 1- Redução de tempo parado com motor ligado: o tempo do veículo parado com motor ligado é um dreno de combustível e pode gastar de um quarto a meio galão de gasolina por hora, dependendo do tamanho do motor e do uso do ar-condicionado. Isso ocorre, principalmente, quando o motorista deixa o veículo em funcionamento durante a operação de carga e descarga. Por isso, como regra geral, os motores devem ser desligados sempre que o veículo é estacionado.
  • 2- Combate à condução agressiva: atitudes agressivas, como excesso de velocidade, aceleração rápida e frenagem brusca têm efeitos negativos na eficiência de combustível. Dessa forma, é importante contar com ferramentas para identificar e gerenciar esses maus hábitos de direção, enviando notificações de feedback ao motorista e relatórios em tempo real.
  • 3- Acompanhamento do limite de velocidade: cada veículo é diferente em relação à velocidade ideal para eficiência de combustível. Independentemente disso, a quilometragem por litro de combustível diminui em velocidades acima de 80 km/h. Um estudo do Oak Ridge National Laboratory estima que cada 8 km/h dirigindo a mais de 80 km/h é como pagar um adicional de US$0,19 (R$1,03) por galão de gasolina. Por meio de ferramentas de telemática é possível criar regras de velocidade personalizadas e gerar alertas e relatórios sempre que o limite for ultrapassado, permitindo a orquestração de medidas corretivas para os casos recorrentes.
  • 4- Relatórios de monitoramento de uso de combustível: é possível monitorar o nível de combustível do veículo a partir do reabastecimento ou até mesmo das transações que os usuários adicionam ao sistema. Isso proporciona a geração e emissão de relatórios que permitem a análise de situações que podem exigir uma investigação mais aprofundada, como roubo, desvio ou vazamento de combustível, e usar esses dados telemáticos para verificar o uso de recursos.
  • 5- Práticas preventivas: algumas ações, como verificar a calibragem dos pneus e o funcionamento do sensor de oxigênio, escolher de estradas com a manutenção em dia e adequadas para o tipo de carga transportada, entre outros, também ajudam a otimizar o uso de recursos nas viagens e operações. A telemática pode ajudar a garantir que esses aspectos sejam verificados com frequência, criando lembretes de manutenção automatizados.

 

Gerenciar os custos do combustível por meio da variação de preços na bomba pode ser difícil, mas é possível otimizar seu uso por meio da telemática, que oferece funcionalidades para economizar, provendo desde relatórios em tempo real até a formatação de notificações ao motorista. “Vale ressaltar que gerenciar e medir os custos controláveis dos veículos, incluindo o consumo de combustível, é mais seguro e eficiente do que apenas observar o preço volátil nas bombas”, finaliza Eduardo.

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