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Covid-19: brasileiro freia gastos e inadimplência deve cair em março

Pesquisa divulgada pelo Ibevar mostra que consumidor está mais contido para evitar contas em atraso durante a pandemia

15/03/2021 07h20
Por: Redação Fonte: R7 - Márcia Rodrigues, do R7
Com medo da crise financeira, brasileiro reduz gastos e taxa de inadimplência - (Foto: Reprodução/RecordTV)
Com medo da crise financeira, brasileiro reduz gastos e taxa de inadimplência - (Foto: Reprodução/RecordTV)

A pandemia do novo coronavírus está fazendo o consumidor brasileiro começar a ter mais cautela com seus gastos. É o que aponta levantamento feito pelo Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo). 

“A baixa confiança do consumidor para gastar funciona como um freio. É evidente que, com a procura menor por financiamentos, também cai a fatia de créditos menores e, por isso, a inadimplência não sobe”, diz o economista Claudio Felisoni de Angelo.

Para o economista, o consumo do brasileiro está em níveis baixos e, deste modo, é natural que a inadimplência também diminua.

Segundo os dados apresentados, a taxa de inadimplência de pessoa física deve registrar uma queda gradual nos próximos meses.

A estimativa é de que em março a inadimplência fique entre 3,71% e 4,27%, com média 3,99%.

O índice de março também deve registrar uma queda de 0,15 ponto percentual em relação ao valor real de janeiro e redução de 0,10 ponto percentual em relação a fevereiro.

O que fazer se tiver muitas dívidas?

A prioridade é pagar as contas de serviços essenciais: água, luz, gás e aluguel.

Com os serviços essenciais garantidos, o negócio é renegociar as dívidas que detêm os maiores juros do mercado: cartão de crédito e cheque especial.

Antes de iniciar esse processo de procurar o credor e tentar fechar um acordo, é preciso organizar todas as finanças da casa.

Outra opção é usar serviços como o programa super endividados do Procon-SP para renegociar junto aos seus credores. Talvez o tipo de dívida que você tenha, cabe a avaliação sobre juros abusivos. E com isso, o programa pode te ajudar.

Se os débitos forem com bancos, a recomendação é somar todas as dívidas e tentar negociar tudo em um único pagamento por mês.

 

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