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Honda suspende produção de carros em SP a partir do dia 30

Nove montadoras já anunciaram que fecharão suas fábricas nos próximos dias, atendendo a pedido de sindicatos e devido à pandemia

26/03/2021 18h30 Atualizada há 4 semanas
Por: Redação Fonte: R7 - Do Estadão
A montadora Honda anunciou a paralisação temporária na linha de produção - (Foto: DENNY CESARE/ESTADÃO CONTEÚDO)
A montadora Honda anunciou a paralisação temporária na linha de produção - (Foto: DENNY CESARE/ESTADÃO CONTEÚDO)

A Honda é mais uma fabricante de carros que anuncia a suspensão da produção no Brasil. Nesta sexta-feira (26), a montadaora informou que, a partir de terça (30), a fabricação de carros em Sumaré e Itirapina, interior de São Paulo, será temporariamente paralisada, em razão do agravamento da pandemia. O retorno das atividades está previsto para 12 de abril

Volkswagen, Nissan, Toyota e Renault, além das montadoras de caminhões Mercedes-Benz, Volkswagen Caminhões e Ônibus, Scania e Volvo, também tomaram a mesma decisão nos últimos dias.

Na Honda, a forma de compensação das horas não trabalhadas no período de atividade suspensa está sendo negociada com o sindicato.

Renault, Toyota e Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) anunciaram a decisão na quinta-feira (25) e a paralisação se dará a partir de segunda-feira (29), para ajudar na contenção da pandemia da covid-19.

Elas seguem acordos com sindicatos de trabalhadores e medidas das autoridades municipais e estaduais para contribuir com o isolamento social, em um momento no qual o número de casos de contaminação cresce e os hospitais estão lotados.

A Toyota fechará suas quatro plantas industriais em São Bernardo do Campo, Indaiatuba, Sorocaba e Porto Feliz, todas em São Paulo, por dez dias corridos. O grupo emprega 5,6 mil trabalhadores. Em períodos similares, também serão interrompidas as linhas de produção da Renault em São José dos Pinhais (PR) e a da VWCO de Resende (RJ).

 

Ao todo, nove montadoras já anunciaram paradas total das linhas ou redução na produção, no movimento que envolve mais de 45 mil trabalhadores que já cumpriam jornadas diárias nas fábricas.

 

 

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