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Geral Infraestrutura

DNIT apresenta atualizações realizadas em normas relacionadas à aplicação de geossintéticos e estudos de solos moles

Por meio de Consulta Pública serão recebidas contribuições aos documentos DNIT PRO 380/2021 e DNIT PRO 381/2021

02/04/2021 09h02
Por: Redação Fonte: DNIT
Foto : Divulgação/DNIT
Foto : Divulgação/DNIT

Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) apresentou, nesta terça-feira (30), em evento on line (webinar), as propostas de procedimento para aplicação de materiais geossintéticos e estudos de solos moles, divulgando a atualização das normas DNER - PRO 380/98 e DNER - PRO 381/98 do Instituto de Pesquisas em Transportes (IPR-DNIT). Concluída essa etapa, as versões finais dos documentos serão disponibilizadas em Consulta Pública no site da autarquia para que todos os profissionais interessados e a comunidade técnica possam enviar suas sugestões e contribuições.

Publicadas em 1998, as normas foram revisadas e atualizadas pelo IPR. Ao abrir o evento, o diretor de Planejamento e Pesquisa do DNIT, Luís Guilherme Rodrigues de Mello, destacou a relevância do trabalho, executado nos últimos meses por um grupo de consultores com grande expertise no tema. “Esses são normativos referenciais, com mais de 20 anos de publicação, cuja revisão era uma necessidade premente”, observou.

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Se o foco da norma DNER - PRO 380/98 era caracterizar uso de geossintéticos e indicar ensaios, na nova versão, norma DNIT 380/2021 - PRO, o foco é a aplicação desse material, explicou o consultor  Werner Bilfinger, que integrou a equipe que fez os trabalhos de revisão, em conjunto com o DNIT. A Norma DNIT 380/2021 - PRO também recebeu toda a parte relativa aos geossintéticos que anteriormente se encontrava na norma DNER - PRO 381/98  e aborda diversos temas, a exemplo da questão de estocagem de geossintético, da instalação e acompanhamento técnico, entre outros.

Bilfinger enfatizou ainda que um dos aspectos mais importantes durante a revisão foi estabelecer procedimentos que fossem aplicáveis do Oiapoque ao Chuí, numa referência às diferenças encontradas nos solos de todo o país.

Ao encerrar a webinar, o Coordenador-Geral do IPR, Rogério Calazans, agradeceu a contribuição de todos os consultores e técnicos, lembrando que a próxima etapa desse processo de atualização é colher as sugestões e enriquecer ainda mais o trabalho realizado até o momento.  As versões finais dos documentos serão disponibilizadas para consulta pública no site do DNIT.

 

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