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Após alta em abril, IGP-10 ganha ritmo de novo em maio, aponta FGV

Depois de ter aumentado 1,58% em abril, Índice Geral de Preços - 10 subiu 3,24% em maio. No ano, índice acumula elevação de 12,7%

17/05/2021 09h17 Atualizada há 4 meses
Por: Redação Fonte: R7
Redução nos preços da gasolina desacelerou a inflação ao consumidor dentro do IGP-10 - (Foto: Freepik)
Redução nos preços da gasolina desacelerou a inflação ao consumidor dentro do IGP-10 - (Foto: Freepik)

O IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) subiu 3,24% em maio, após ter aumentado 1,58% em abril, informou a FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta segunda-feira (17).

Quanto aos três indicadores que compõem o IGP-10 de maio, os preços no atacado medidos pelo IPA-10 tiveram alta de 4,20% no mês, ante uma elevação de 1,79% em abril. Os preços ao consumidor verificados pelo IPC-10 apresentaram aumento de 0,35% em maio, após o avanço de 0,87% em abril. Já o INCC-10, que mede os preços da construção civil, teve alta de 1,02% em maio, depois de subir 1,24% em abril.

O IGP-10 acumulou um aumento de 12,70% no ano. A taxa em 12 meses ficou em 35,91%. O período de coleta de preços para o indicador de maio foi do dia 11 de abril a 10 deste mês.

A redução nos preços da gasolina desacelerou a inflação ao consumidor dentro do IGP-10 de maio, informou FGV. Dentro do Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10), quatro das oito classes de despesa registraram taxas de variação mais baixas, com destaque para o grupo Transportes, que saiu de 3,19% em abril para -0,22% em maio. O item gasolina passou de 9,02% para -1,03% no período.

Os demais decréscimos ocorreram nas taxas dos grupos Despesas Diversas (de 0,38% para 0,17%), Vestuário (de 0,12% para 0,09%) e Educação, Leitura e Recreação (de -0,60% para -0,66%). As principais contribuições partiram dos itens: cigarros (de 0,99% para 0,16%), acessórios do vestuário (de 0,35% para -0,48%) e passagem aérea (de -5,24% para -6,74%).

Na direção oposta, as taxas foram mais elevadas nos grupos Alimentação (de 0,05% para 0,46%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,78% para 1,13%), Comunicação (de 0,23% para 0,66%) e Habitação (de 0,63% para 0,67%). As maiores influências foram os itens: hortaliças e legumes (de -5,38% para 0,27%), medicamentos em geral (de 0,64% para 3,09%), combo de telefonia, internet e TV por assinatura (de 0,42% para 1,45%) e tarifa de eletricidade residencial (de 0,67% para 1,92%).

IPAs

Os preços agropecuários medidos pelo IPA Agrícola subiram 4,92% no atacado em maio, após um avanço de 1,30% em abril, dentro do IGP-10. Já os preços dos produtos industriais - mensurados pelo IPA Industrial - tiveram alta de 3,91% este mês, depois da elevação de 1,99% no atacado em abril.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram alta de 1,16% em maio, ante uma elevação de 1,71% em abril.

Os preços dos bens intermediários subiram 2,79% em maio, após alta de 4,43% no mês anterior. Já os preços das matérias-primas brutas subiram 7,66% em maio, depois da redução de 0,30% em abril.

 

 

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