Sexta, 12 de Agosto de 2022
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Valvoline destaca diferentes funções das transmissões automáticas

Diferenças entre convencional e CVT das transmissões automáticas que já equipam a grande maioria dos veículos

01/04/2022 às 12h00 Atualizada em 28/07/2022 às 10h16
Por: Redação Fonte: Agência Dino
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Foto: Reprodução
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Parte do sistema de transmissão do veículo, o câmbio é formado por um conjunto de engrenagens que regulam o torque e a velocidade do automóvel. Seja manual, automático e continuamente variável (CVT), o sistema de transmissão evolui com novas tecnologias para que as caixas de marchas sejam mais leves e mais eficientes, trabalhando em conjunto com os propulsores, assim como outros conjuntos de componentes dos veículos.

 

A Valvoline, fabricante de lubrificantes com mais de 150 anos de história, destaca o funcionamento dos modelos de sistema de transmissão de câmbio automático convencional e CVT que oferecem mais conforto ao dirigir e já estão presentes em mais da metade da frota nacional de veículos.

 

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Atuação do modelo convencional - O câmbio automático convencional, por exemplo, tem como característica concentrar o torque na segunda marcha, o que acaba gerando conforto para o motorista e o trabalho mais regular para o conjunto.

 

Atualmente, as caixas de câmbio convencional já possuem quatro, cinco e seis velocidades, em alguns casos, até oito e nove marchas, gerando muito mais conforto para os motoristas. Além disso, os motores passaram a trabalhar com velocidades mais elevadas em rotações mais baixas. Essa evolução com maior número de marchas também proporciona maior eficiência energética.

 

Funcionamento do sistema CVT - No caso da transmissão continuamente variável, reconhecida pela sigla CVT, tem aplicabilidade muito extensa. Na maioria das vezes, conta com duas polias que variam de graduação, conforme a necessidade. A potência e o torque são transmitidos para as rodas com bastante eficiência. As duas polias trabalham em conjunto e são ligadas ao motor e ao diferencial. Como elas possuem tamanhos diferentes, por isso que o nome variável, e funciona da seguinte forma: quando o diâmetro de uma delas diminui o da outra aumenta, transmitindo dessa forma a força para o deslocamento das rodas. Uma característica é o giro do motor que sobe de maneira linear. Marcas japonesas como Honda, Toyota e Nissan utilizam caixa de câmbio CVT, há muitos anos.

 

Como evolui com o passar dos anos, a transmissão continuamente variável já possui uma versão para veículos elétricos e híbridos que, além da função de câmbio propriamente dita, também gera e armazena energia, alimentando a bateria e, consequentemente, o motor elétrico.

 

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